Por uma educação que nos ajude a pensar e não que nos ensine a obedecer

Vivemos em uma sociedade perfeitamente ajustada a um sistema mórbido que mais nos tira do que dá. Uma sociedade que (com)vive em paz com a corrupção; com o mercantilismo da saúde,  que prioriza o tratamento de doenças em detrimento da prevenção ou até mesmo a cura; que (com)vive em paz com a violência cotidiana das ruas e com a intolerância de uma sociedade retrógrada, intolerante, conservadora e preconceituosa; uma sociedade que aceita passivamente a imensa desigualdade social e educacional de nosso país; que (com)vive em paz e sem entender as consequência da extração e destruição, sem parcimônia, de bens naturais comuns a todos nós, que são nossas riquezas naturais e nosso patrimônio cultural.

Enfim, uma sociedade perfeitamente ajustada a este sistema mórbido de exploração socioambiental, sociocultural e socioeconômico, baseado na valoração do ser humano pelo que ele consome e pode exibir. Exaltamos como “progresso e avanço” a nossa atual capacidade de consumo, subvertemos a lógica, nos dias de hoje, “qualidade de vida é igual capacidade de consumo”. No entanto, não “percebemos”, isto é, não conseguimos dar significado a nossas profundas deficiências no campo do transporte público, segurança pública, saúde, saneamento básico e educação básica, entre tantas mazelas em que nossa sociedade está imersa. Bradamos que nunca vivemos tão bem, sem nos darmos conta de que nossa qualidade de vida há muito nos abandonou. Não conseguimos entender que nossa vida para o consumismo e, consequente bem estar material, é inversamente proporcional ao nosso bem estar social.

Mas como compreender o contexto de tudo que nos envolve se nossa educação está a cada dia que passa mais redutora e não convida a reflexão? (…) Continuação do artigo no link destacado abaixo.

Por uma educação que nos ajude a pensar e não que nos ensine a obedecer

Fonte: http://www.sigamais.com/

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