‘Palavras do MEC não refletem o que acontece nas salas de aula’, diz Alexandre Garcia

Comentarista avalia descompasso na educação entre governo, pais, alunos e professores. ‘Escola do século 19, professor do século 20 e alunos do século 21’.

Não tem escola para todo mundo e, quando tem o que se vê é um ensino sem qualidade, crianças que passam de ano sem saber o básico.

Não tem escola para todo mundo e, quando tem, o que se vê é um ensino sem qualidade, crianças que passam de ano sem saber o básico. Enfim, infância, juventude e futuro jogados fora.

Isso que foi mostrado na reportagem atenta contra o futuro do país bem mais que uma eventual crise econômica, por maior que seja. Vimos o lado abandonado da educação e seus resultados.

Conhecer a própria língua do país e, portanto, entender e se comunicar, é privilégio de menos da metade da população. Daí para todas as áreas do conhecimento, é um abismo de difícil transposição.

Buscam-se soluções escrevendo boas intenções na Constituição e nas leis; experimentam-se currículos; alardeiam-se quantidades, mas os resultados são medíocres, vergonhosos.

No Ensino Médio, há pouco, em São Paulo, se discutia o ensino bilíngue. De que jeito, se não entendem português? As palavras bonitas que saem da Unesco ou do MEC não refletem o que acontece nas salas de aula. Escola do século 19; professor, ainda no século 20, e alunos do século 21. Veja o artigo completo e o vídeo no link destacado abaixo.

‘Palavras do MEC não refletem o que acontece nas salas de aula’, diz Alexandre Garcia

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