AGORA SERÁ LEI. Limite de estudantes em salas de aula com alunos especiais

A Assembleia Legislativa de SP aprovou no último dia 2, a derrubada do veto ao Projeto de Lei 7/09, de autoria do professor e deputado estadual Carlos Giannazi que limita o número de alunos por sala de aula que tenha aluno com necessidade especial de aprendizagem. Pela proposta, fica limitada ao número de 20 alunos a sala que tenha aluno especial, e a 15, a sala que tenha dois ou três alunos nessa condição de aprendizagem, nos ensinos fundamental e médio da rede estadual de ensino. O projeto ainda garante, dependendo do grau de dependência dos alunos especiais, a contratação de um professor auxiliar para ajudar o professor regente. O Projeto de Giannazi tinha sido aprovado em julho de 2014 e vetado pelo governador Geraldo Alckmin. Desde lá, Giannazi vinha lutando incessantemente na ALESP para derrubar o veto. Para ele que é professor e diretor de escola pública, a redução de alunos por sala representa uma antiga luta do magistério em defesa da qualidade de ensino e da inclusão feita em condições adequadas. Agora, o governador por força da legislação, tem vinte e quatro horas para promulgar a lei. Caso não o faça, a ALESP, obrigatoriamente, fará a promulgação no mesmo prazo. Ou seja, agora é irreversível, será lei e terá de ser implantada em toda a rede estadual de ensino.

Giannazi também é autor do projeto de lei 517/07, que acaba com a superlotação de salas, limitando em 25 o numero de alunos no ensino fundamental e 35 no ensino médio. O projeto já foi aprovado em todas as comissões permanentes da Assembleia Legislativa e está pronto para ser votado no plenário. Para informações acessando o link abaixo.

AGORA E LEI PARA LIMITES DE ESTUDANTES EM SALA DE AULA COM Alunos ESPECIAIS

Fonte:  psolcampinas.com.br

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8 Resultados

  1. Antonio disse:

    Muito bom, acho wu a aprendizagem do aluno será bem melhor!!!

  2. Maria Ligia Carrijo disse:

    Penso que redigir bem é uma competência necessária, mas a mensagem contida, em qualquer texto, é mais importante. Quanto à inclusão de crianças com deficiência intelectual em sala de aula comum não atrasa nenhum aluno. Há muitos métodos de ensino diversificados, inclusive para atender aos alunos que tenham altas capacidades intelectuais. Quanto ao mercado de trabalho, educação é para tornar indivíduos humanos, portanto mercado de trabalho é consequência: há muitos bem formados que não colaboram para o desenvolvimento da sociedade , trabalhando somente para seus interesses pessoais. Nesse aspecto, ainda, há muitas pessoas com deficiência intelectual inseridas no mercado de trabalho. è importante termos número de alunos reduzidos em classes com alunos deficientes e também para alunos “comuns”.

    • Maria Ligia Carrijo disse:

      Mas… não é tão bonita a Lei: fui verificar e li que não é “obrigatório” mas que “fica o Poder Executivo autorizado a limitar”… Assim, dependemos da visão do poder executivo…

  3. sueli disse:

    Inclusão urgente para o primeiro comentário ignorante, trata se de inclusão. Se tivesse um filho especial vc iria aprovar. Se o grau é muito avançado com certeza a criança vai pra sala espécial.

  4. sor disse:

    Tenho duvida se incluir crianças com retardo em sala de aula , não atrasa o estudo dos demais . Fala serio uma pessoa com retardo grave não vai participar do mercado de trabalho .

    • Paulo disse:

      Se a criança tem condições de estudar tb tem condições de concorrer uma vaga de trabalho com o seu filho que vc diz normal.

    • May disse:

      Ainda bem que você não é retardado né!!! Se fosse tão normal saberia que não se utiliza essa nomenclatura para se dirigir a um deficiente.

  5. cris disse:

    O problema das pessoas é quesi pensam em criticar. A materia traz um notícia boa para o Estado de São Paulo e as pessoas dao mais importância aos erros no texto.
    O pior é ni Rio de Janeiro que nem se toca no assunto. E temos as salas lotadas.

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